Réu também perdeu o cargo e teve suspensos seus direitos políticos
O réu também perdeu o cargo de delegado civil de carreira e teve suspensos seus direitos políticos.
No Plenário do Júri, sustentou a acusação o promotor de Justiça Alzemiro Wilson Peres Freitas, que demonstrou aos jurados como os fatos ocorreram. Sua atuação foi essencial para a condenação do autor do crime.
Resumo do caso
Em novembro em 2002, estando sob efeito de bebida alcoólica, o delegado teria chegado em uma festa que acontecia na localidade, munido de um revólver calibre 38, e, com um copo de bebida nas mãos, começou a revistar várias pessoas.
Devido à forma como foi abordada, a vítima manifestou insatisfação, revelando que não acreditava ser o agente um delegado de Polícia em cumprimento às suas atribuições, não se submetendo, portanto, à revista pessoal.
O delegado, então, buscou um agente da polícia civil em sua residência, voltou ao local da festa, dirigiu-se à vítima que se encontrava sentada em uma cadeira, aproximou o revólver da sua cabeça e disparou, sem possibilitar à vítima qualquer condição de defesa (Art. 121, § 2º, inciso II e IV, c/c 14, II, do Código Penal).
O projétil atingiu a região do ouvido esquerdo de Amilton e saiu pela lateral direita da sua mandíbula.
Com informações de Portal CT
